- SUGESTÕES DE APRENDIZAGEM USANDO ESTRATÉGIAS DE LEITURAS
- Encontro Presencial de: VALÉRIA LUCIANA OLIVEIRA PEREIRA,SOLANGE ELIAS FERREIRA PAULO,SUELI APARECIDA FERRARI
- Tema: “Meu Primeiro Beijo” - Autor: Antônio Barreto
- Série:8º Ano
- Cronologia: 6 a 8 aulas.
- Objetivos:
- * Ler por prazer;
- * Ler para aprofundar conhecimentos;
- * Ler para refletir.
- * Desenvolver competência e habilidade leitora e escritora.
- Metodologia:
- Antes da Leitura:
- *Sensibilização:
- - Sala ambiente( cartazes sobre o tema, bala, power point/nuven de palavras...)
- -Trabalhando os cinco sentidos:
- .Visão(imagens)
- .Paladar(chocolate e bala)
- .Audição(música: Velha infância)
- .Tato (tatear formatos diferentes: flor, coração, batom, maçã...)
- .Olfato (perfume no lenço)
- * Nuvem de palavras(power point)
- -Levantamento de hipóteses-associação
- -Formar frases com as palavras(oral)
- -Identificação das palavras no contexto escolar( interdisciplinaridade).
- * Relato pessoal-quebrando o gelo( experência do professor partilhada para a turma)
- * Diário de classe/rotina ( o aluno registra às experências vivenciadas até o momento)
- Leitura Compartilhada (xerox para todos os alunos-sem o título e nome do autor)
- *Leitura (professor para aluno)
- *Leitura fragmentada (aluno para professor; dois parágrafos para cada aluno )
- Observações durante à leitura
- 1- Leitura feita pelo professor explorando a entonação e as diversas partes do texto;
- 2 – Título: Levantar hipóteses sobre o título;
- 3 – Sublinhar os referenciais: outros termos relacionados ao nome do personagem: “Cultura Inútil”, “O Culta”, “Paracelso”, “O bactéria
- falante”;
- 4 – Levantar informações científicas sobre as reações do organismo durante o beijo;
- 5 – Levantar palavras desconhecidas: metabolismo, perdigoto, albumina, substâncias orgânicas, matérias graxas;
- 6 – Informações implícitas no texto, principalmente no último parágrafo.
- Depois da Leitura:
- 1 – Participação do(a) professor(a) de Ciências ou Biologia para explicar os itens 4 e 5 (durante à leitura);
- 2 – Fazer intertextualidades entre: O texto x Relacionamentos Antes e Depois (É assim que,geralmente, acontece nos relacionamentos?);
- 3 – Ouvir a música “Ficar com você” (Banda Cheiro de Amor) e fazer intertextualidade com a atualidade: o comportamento dos adolescentes em relação ao beijo e o refrão da música: “Hoje eu já beijei, vou beijar um, vou beijar dois, vou beijar mais um vez...”
- 4 – Pedir ao professor(a) de Ciências ou Biologia para explicar os tipos de doenças transmitidas através do beijo (DST);
- 5 - Aproveitar a sugestão da prova diagnóstica de 2003 – 9º Ano, para produção de um texto (individual ou em dupla), conforme o gênero receita;
- 6 – Exposição dos melhores textos, na escola ( mural, sarau...)
- Desenvolvendo Interação em grupo
- *Socializar experências amorosas:
- - Após o relato em grupo, escolher uma experiência e relatar para a sala (opicional-pseudônimo)
- - Encenar (sugestão).
- * Assistir o filme: "Meu primeiro amor."
- Avaliação
- *Produção escrita (aluno)
- - Criar uma crônica; a partir da observação de todo roteiro trabalhado em sala (professor: relembrar características do gênero)
- - Postar no blog da turma, as crônicas feitas(mural virtual).
Este Blog pertence a um grupo de professores de Língua Portuguesa, que fazem parte de um programa de formação de educadores. O nosso objetivo principal é divulgar a importância da leitura para nossa formação, bem como, diversos gêneros textuais importantes e essenciais para uma boa leitura.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
domingo, 16 de junho de 2013
sábado, 15 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
" Embora historicamente o conhecimento advindo do livro impresso tenha sido o mais importante na base informativa e formativa na construção intelectual, atualmente ele deixou de ser o único objeto de leitura passando assim a ser distribuído em formato eletrônico.
A diferença existente é que uma está subordinada a natureza física e visual, controlada pelo autor. O livro eletrônico é fluido e dinâmico, com maior transitoriedade e mutabilidade, consentindo uma interação entre escritor e leitor aproximada, permitindo assim o surgimento de diversos estilos de escrita e novas estratégias didáticas para leitura e escritas."
Educadora Carmem Regina.
Achei maravilhoso o depoimento da Educadora Carmem Regina, em relação ao desafio da Leitura numa era digital; concordo plenamente com ela, o ambiente digital é mais dinâmico e visualmente atrativo, porém o livro impresso é uma eterna magia e nunca sairá de nossa vida!
Abraço queridos!
A diferença existente é que uma está subordinada a natureza física e visual, controlada pelo autor. O livro eletrônico é fluido e dinâmico, com maior transitoriedade e mutabilidade, consentindo uma interação entre escritor e leitor aproximada, permitindo assim o surgimento de diversos estilos de escrita e novas estratégias didáticas para leitura e escritas."
Educadora Carmem Regina.
Achei maravilhoso o depoimento da Educadora Carmem Regina, em relação ao desafio da Leitura numa era digital; concordo plenamente com ela, o ambiente digital é mais dinâmico e visualmente atrativo, porém o livro impresso é uma eterna magia e nunca sairá de nossa vida!
Abraço queridos!
domingo, 9 de junho de 2013
A primeira lembrança que me vem à mente quando o assunto é escrita e leitura, é com certeza a cartilha “caminho suave”; tenho ótimas recordações... as ilustrações contidas, as letras em formato garrafal e pontilhadas e até mesmo a menininha loirinha da capa! Aprendi a ler sem dificuldades utilizando a cartilha e a fiz com muita satisfação.
Minha adolescência foi marcada pelos livros da série Vagalume; simplesmente adoro Marcos Rey e suas obras, principalmente os livros: O mistério do cinco estrelas/ O rapto do garoto de ouro; faziam minha imaginação voar...são clássicos que indico até hoje.
Completo essa indicação e pensamento citando uma afirmação do Pintor Newton Mesquita: “A leitura, nessa fase, é uma ginástica para a imaginação. Você fica imaginando os lugares, as situações, os personagens- alguns tornavam-se amigos íntimos meus.”
Pedro Bandeira também povoou minha adolescência com suas obras, não posso esquecer o livro “ A marca de uma lágrima”, esse foi o primeiro livro que ganhei de minha madrinha querida; confesso que não gostei muito do nome, pois na adolescência a gente chora constantemente, pelo menos comigo foi assim...porém ao ler a terceira página, não parei mais até chegar ao fim! Emocionante.
Atualmente leio de tudo um pouco, mas esses livros permanecerão na minha memória e coração; faço minhas as declarações da Professora de filosofia Marilena Chauí: “Ler é suspender a passagem do tempo: para o leitor, os escritores passados se tornam presentes, os escritores presentes dialogam com o passado e anunciam o futuro.”
Creio que todo escritor é um ser iluminado, especial, que tem a coragem de externar seus pequenos “mundos”, para que os leitores participem e sejam novos personagens, interagindo com eles.
Finalizo, concordando e registrando o que diz lindamente Rubem Alves : “A experiência literária é um ritual antropofágico. Antropofagia não é gastronomia. É magia(...)
(...) Eu mesmo sou o que sou pelos escritores que devorei...E se escrevo é na esperança de ser devorado pelos meus leitores.”
Continuemos nos deliciando com o vasto “ cardápio de Magia.”
Um abraço queridos,
Solange.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Minhas
experiências de leitura e escrita
Quando penso em
leitura, lembro-me da primeira vez que li para os meus pais e eles ficaram
encantados.
Sem
mais nem menos, peguei um jornal que estava sobre a cama deles e li a manchete.
Os meus pais ficaram surpresos, pois estava no primeiro ano primário e passava
por algumas dificuldades, visto que, não havia frequentado o jardim de infância
ou o prezinho. Tinha dificuldades em ler para os meus colegas de sala. A minha
professora, Dª Elizete, teve que ter uma longa conversa comigo, sobre a minha
vida, do que gostava, minha família, para me distrair e finalmente, pudesse ler
para ela, na sua mesa.
Já
no terceiro ano primário, recontava para a sala, as história que a Profª Clélia
fazia. Nessa época, quando estava livre dos afazeres domésticos, aproveitava
para leir as coleções de livros "Trópicos", coloridos e sobre vários assuntos:
grandes descobertas, os pintores e escritores famosso, o corpo humano, o mar
etc. Muitos anos depois, fui lecionar em um lugarejo chamado Rocinha, em
Guaratinguetá, e lá, havia uma biblioteca cheinha de livros do Monteiro Lobato.
Nem preciso dizer que meus alunos tiveram que lê-los. Aproveitava a viagem de
Cruzeiro a Guará, para ler todos os livros também.
Um
que chamou-me a atenção foi o "Feiurinha", bem antes da Xuxa! Não me esqueço,
que pedia aos alunos para encenar uma parte do livro que gostassem, e as meninas
da 5ª série ou 6º ano, vestidas de bruxas, encenaram muito bem, fizeram
fantasias e tudo e alguns se destacavam em contar causos. Muitas vezes, aquele
aluno que eu menos esperava, se destacava mais. Acho que foi porque deixava
livre o modo de passar a história para os colegas da classe.
Quando criança,
não tinha muita facilidade em escrever. Os ditados que a Profª Elizete fazia,
sempre me deixavam com dúvidas: escrevo com "C" ou com "S", então, escrevia uma
palavra com "C" e outra com "S".
No
ginásio, comecei a escrever em um diário. A Profª Isabel, de Língua Portuguesa,
explicava como combinar determinadas palavras, e o fazia com muito carinho. Já
no curso Técnico de Secretariado, adorava a letra de uma amiga de curso, Regina,
que pertencia a uma família que trabalham no Cartório de Registro Civil. Ficava
imitando a letra dela o que melhorou muito a minha letra. Além disso, achava
magnífico o modo que ela datilografava: rápido e sem olhar no teclado. Foi o que
me levou a fazer um curso de datilografia, também.
Tive
muitas pessoas que serviram-me de exemplos e hoje, tento passar para os alunos e
para meu filho, a magia que a leitura provoca na gente, mas que cada um,
descobre por si só.
Assinar:
Postagens (Atom)



