sexta-feira, 21 de junho de 2013

  • SUGESTÕES DE APRENDIZAGEM USANDO ESTRATÉGIAS DE LEITURAS
  • Encontro Presencial de:   VALÉRIA LUCIANA OLIVEIRA PEREIRA,SOLANGE ELIAS FERREIRA PAULO,SUELI APARECIDA FERRARI
  • Tema: “Meu Primeiro Beijo”  -     Autor: Antônio Barreto
  •  Série:8º Ano
  • Cronologia: 6 a 8 aulas.

  •  Objetivos:
  •  * Ler por prazer;
  • * Ler para aprofundar conhecimentos;
  • * Ler para refletir.
  • * Desenvolver competência e habilidade leitora e escritora.

  •  Metodologia:
  •  Antes da Leitura:

  • *Sensibilização:
  • - Sala ambiente( cartazes sobre o tema, bala, power point/nuven de palavras...)

  • -Trabalhando os cinco sentidos: 

  • .Visão(imagens)
  • .Paladar(chocolate e bala)
  • .Audição(música: Velha infância)
  • .Tato (tatear formatos diferentes: flor, coração, batom, maçã...)
  • .Olfato (perfume no lenço)

  • * Nuvem de palavras(power point)
  • -Levantamento de hipóteses-associação
  • -Formar frases com as palavras(oral)
  • -Identificação das palavras no contexto escolar( interdisciplinaridade).

  • * Relato pessoal-quebrando o gelo( experência do professor partilhada para a turma)
  • * Diário de classe/rotina ( o aluno registra às experências vivenciadas até o momento)

  • Leitura  Compartilhada (xerox para todos os alunos-sem o título e nome do autor)
  • *Leitura (professor para aluno)
  • *Leitura fragmentada (aluno para professor; dois parágrafos para cada aluno )

  • Observações durante à leitura
  • 1- Leitura feita pelo professor explorando a entonação e as diversas partes do texto;
  • 2 – Título: Levantar hipóteses sobre o título;
  • 3 – Sublinhar os referenciais: outros termos relacionados ao nome do personagem: “Cultura Inútil”, “O Culta”, “Paracelso”, “O bactéria
  • falante”;
  • 4 – Levantar informações científicas sobre as reações do organismo durante o beijo;
  • 5 – Levantar palavras desconhecidas: metabolismo, perdigoto, albumina, substâncias orgânicas, matérias graxas;
  • 6 – Informações implícitas no texto, principalmente no último parágrafo.

  • Depois da Leitura:
  • 1 – Participação do(a) professor(a) de Ciências ou Biologia para explicar os itens 4 e 5 (durante à leitura);
  • 2 – Fazer intertextualidades entre: O texto x Relacionamentos Antes e Depois (É assim que,geralmente,  acontece nos relacionamentos?);
  • 3 – Ouvir a música “Ficar com você” (Banda Cheiro de Amor) e fazer intertextualidade com a  atualidade: o comportamento dos adolescentes em relação ao beijo e o refrão da música: “Hoje eu   já beijei, vou beijar um, vou beijar dois, vou beijar mais um vez...”
  • 4 – Pedir ao professor(a) de Ciências ou Biologia para explicar os tipos de doenças transmitidas através do beijo (DST);
  • 5 - Aproveitar a sugestão da prova diagnóstica de 2003 – 9º Ano, para produção de um texto (individual ou em dupla), conforme o gênero receita;
  • 6 – Exposição dos melhores textos, na escola ( mural, sarau...)

  • Desenvolvendo Interação em grupo
  • *Socializar experências amorosas:
  • - Após o relato em grupo, escolher uma experiência e relatar para a sala (opicional-pseudônimo)
  • - Encenar (sugestão).
  • * Assistir o filme: "Meu primeiro amor."

  • Avaliação
  • *Produção escrita (aluno)
  • - Criar uma crônica; a partir  da observação de todo roteiro trabalhado em sala (professor: relembrar características do gênero)
  • - Postar no blog da turma, as crônicas feitas(mural virtual).


sábado, 15 de junho de 2013

Professor, eterno missionário do saber...amigo, provedor, aquele que ensina, aprende, evolui; sempre ajudando a construir o futuro pelos caminhos do amor e dedicação.

   Solange.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

" Embora historicamente o conhecimento advindo do livro impresso tenha sido o mais importante na base informativa e formativa na construção intelectual, atualmente ele deixou de ser o único objeto de leitura passando assim a ser distribuído em formato eletrônico.
A diferença existente é que uma está subordinada a natureza física e visual, controlada pelo autor. O livro eletrônico é fluido e dinâmico, com maior transitoriedade e mutabilidade, consentindo uma interação entre escritor e leitor aproximada, permitindo assim o surgimento de diversos estilos de escrita e novas estratégias didáticas para leitura e escritas."


   Educadora Carmem Regina.


Achei maravilhoso o depoimento da Educadora Carmem Regina, em relação ao desafio da Leitura numa era digital; concordo plenamente com ela, o ambiente digital é mais dinâmico e visualmente atrativo, porém o livro impresso é uma eterna magia e nunca sairá de nossa vida!
 Abraço queridos!

domingo, 9 de junho de 2013

A primeira lembrança que me vem à mente quando o assunto é escrita e leitura, é com certeza a cartilha “caminho suave”; tenho ótimas recordações... as ilustrações contidas, as letras em formato garrafal e  pontilhadas e até mesmo a menininha  loirinha da capa! Aprendi a ler sem dificuldades utilizando a cartilha e a fiz com muita satisfação.
Minha adolescência foi marcada pelos livros da série Vagalume; simplesmente adoro Marcos Rey e suas obras, principalmente os livros: O mistério do cinco estrelas/ O rapto do garoto de ouro; faziam minha imaginação voar...são clássicos que indico até hoje.
Completo essa indicação e pensamento citando uma afirmação do Pintor Newton Mesquita: “A leitura, nessa fase, é uma ginástica para a imaginação. Você fica imaginando os lugares, as situações, os personagens- alguns tornavam-se amigos íntimos meus.”
Pedro Bandeira também povoou minha adolescência com suas obras, não posso esquecer o livro “ A marca de uma lágrima”, esse foi o primeiro livro que ganhei de minha madrinha querida; confesso que não gostei muito do nome, pois na adolescência a gente chora constantemente, pelo menos comigo foi assim...porém ao ler a terceira página, não parei mais até chegar ao fim! Emocionante.
Atualmente leio de tudo um pouco, mas esses livros permanecerão na minha memória e coração; faço minhas as declarações da Professora de filosofia Marilena Chauí: “Ler é suspender a passagem do tempo: para o leitor, os escritores passados se tornam presentes, os escritores presentes dialogam com o passado e anunciam o futuro.”
Creio que todo escritor é um ser iluminado, especial, que tem a coragem de externar seus pequenos “mundos”, para que os leitores participem e sejam novos personagens, interagindo com eles.
Finalizo, concordando e registrando o que diz lindamente Rubem Alves : “A experiência literária é um ritual antropofágico. Antropofagia não é gastronomia. É magia(...)
(...) Eu mesmo sou o que sou pelos escritores que devorei...E se escrevo é na esperança de ser devorado pelos meus leitores.”
Continuemos nos deliciando com o vasto “ cardápio de Magia.”
Um abraço queridos,
Solange.





Cardápio da Magia!
"Há livros de que apenas é preciso provar, outros que têm de se devorar, outros, enfim, mas são poucos, que se tornam indispensáveis, por assim dizer, mastigar e digerir."
                                                         Francis Bacon.

Que fome!!! Ler instiga prazeres...
Viva à leitura!
Solange

Leitura e Vida.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Minhas experiências de leitura e escrita


Quando penso em leitura, lembro-me da primeira vez que li para os meus pais e eles ficaram encantados.
Sem mais nem menos, peguei um jornal que estava sobre a cama deles e li a manchete. Os meus pais ficaram surpresos, pois estava no primeiro ano primário e passava por algumas dificuldades, visto que, não havia frequentado o jardim de infância ou o prezinho. Tinha dificuldades em ler para os meus colegas de sala. A minha professora, Dª Elizete, teve que ter uma longa conversa comigo, sobre a minha vida, do que gostava, minha família, para me distrair e finalmente, pudesse ler para ela, na sua mesa.
Já no terceiro ano primário, recontava para a sala, as história que a Profª Clélia fazia. Nessa época, quando estava livre dos afazeres domésticos, aproveitava para leir as coleções de livros "Trópicos", coloridos e sobre vários assuntos: grandes descobertas, os pintores e escritores famosso, o corpo humano, o mar etc. Muitos anos depois, fui lecionar em um lugarejo chamado Rocinha, em Guaratinguetá, e lá, havia uma biblioteca cheinha de livros do Monteiro Lobato. Nem preciso dizer que meus alunos tiveram que lê-los. Aproveitava a viagem de Cruzeiro a Guará, para ler todos os livros também.
Um que chamou-me a atenção foi o "Feiurinha", bem antes da Xuxa! Não me esqueço, que pedia aos alunos para encenar uma parte do livro que gostassem, e as meninas da 5ª série ou 6º ano, vestidas de bruxas, encenaram muito bem, fizeram fantasias e tudo e alguns se destacavam em contar causos. Muitas vezes, aquele aluno que eu menos esperava, se destacava mais. Acho que foi porque deixava livre o modo de passar a história para os colegas da classe.
Quando criança, não tinha muita facilidade em escrever. Os ditados que a Profª Elizete fazia, sempre me deixavam com dúvidas: escrevo com "C" ou com "S", então, escrevia uma palavra com "C" e outra com "S".
No ginásio, comecei a escrever em um diário. A Profª Isabel, de Língua Portuguesa, explicava como combinar determinadas palavras, e o fazia com muito carinho. Já no curso Técnico de Secretariado, adorava a letra de uma amiga de curso, Regina, que pertencia a uma família que trabalham no Cartório de Registro Civil. Ficava imitando a letra dela o que melhorou muito a minha letra. Além disso, achava magnífico o modo que ela datilografava: rápido e sem olhar no teclado. Foi o que me levou a fazer um curso de datilografia, também.
Tive muitas pessoas que serviram-me de exemplos e hoje, tento passar para os alunos e para meu filho, a magia que a leitura provoca na gente, mas que cada um, descobre por si só.